domingo, 27 de fevereiro de 2011

Penso, Logo Complico


Existe algo mais complicado que o ser humano? Calcular o comportamento de uma partícula numa caixa de n dimensões pode não ser tarefa fácil, mas já foi feito por alguém e dará aquele resultado x sempre (no meu caso dá cada vez um resultado, haha).
Agora, examinar uma mente é algo complexo. Um comportamento c pode ser devido m motivos. Podemos imaginar, fingir, sentir, mentir, prever, rever, inventar, sonhar (e mais alguns verbos...) e por fim, complicar!
Construímos fatores que interferem em nossas decisões finais à cerca de tudo enquanto assunto. A cautela é quase que um instinto do homem e está fielmente ligada à complicação. Vou finalizar por aqui antes que eu complique ainda mais... Tenho que voltar a blogar (:
Em uma frase tira-se várias conclusões, mas, em algumas, ainda sim fica o ar da dúvida. 
So complicated... so interesting!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Idealismo

                                               Ah... O ideal! Quem nunca pensou em diversas coisas ideais para si?
Na química, estudam-se leis para gases ideais, que teriam tal comportamento se existissem. Baseando-se neles estudamos os gases reais, onde ocorrem variações nos resultados por não terem realmente um comportamento ideal. O mesmo acontece em nossas vidas, idealizamos e, muitas das vezes, não ocorre daquela forma realmente, por quê? Talvez porque pensamos em tudo perfeitinho e esquecemos que há diversos fatores que podem ocorrer durante o processo e/ou que podem modificar o resultado.

Devemos idealizar sim,
Mas dentro das possibilidades
E não simplesmente olhar nossas necessidades
Como início, meio e fim.

Entre o real e o ideal
Há a nossa mente
Que às vezes engana a gente
Dando-nos um sinal
De que tudo é tão normal
E de uma forma descontente
Percebemos a situação atual
Que o ideal surge inocente
Mas pode ser fatal.
 
Não leve a mal
O ideal
É irreal 
O ideal seria pensarmos menos na idealidade.
PS: Débora, não se ofenda pelo PV, haha.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O Mago do Tempo

Com o tempo o tempo vai,
Com o tempo o tempo vem,
Com o tempo curamos o mal,
Com o tempo esquecemos o bem.

O tempo é o ser mais duas caras que conheço!
É traiçoeiro, é esperançoso,
É vingativo, é amoroso.

Tem o dom da aproximação, o dom da fuga,
O dom do azar, o dom da sorte,
O dom da beleza, o dom da ruga,
O dom da vida, o dom da morte.

Como um mago errante, visita a todos
Modificando a tudo que toca
Mudando a água pro vinho
            E a rosa pro espinho.

            Há quem fale que tempo é dinheiro,
            Que o tempo não volta atrás.
            Fazem de tudo por ele e, aliás,
            Esquecem que quem lucra é apenas o herdeiro.

 Faz tempo que o tempo não dá tempo.    
 Mas tudo tem seu tempo.

(Marcio Monteiro)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Novo Ano, Novas Perspectivas


Todos nós fazemos retrospectivas do ano atual e construímos planos para o novo ano. Pensamos em tudo o que faremos no decorrer deste, escolhendo novos objetivos para cumprir. Os pensamentos funcionam como uma equação em função do tempo, começamos como uma bexiga cheia de ar e, infelizmente, esse gás vai escapando ao decorrer dos dias. Boas novas são como sopros, enchem novamente o balão, mas deve ser feito constantemente, pois murcham facilmente. Há aqueles que consideram cada dia um novo sopro, pois levam consigo uma felicidade absorvida de coisas simples da vida.
            Passe a ver com bons olhos tudo à sua volta e o melhor chegará até você. Neste início de ano comece com o pé direito e mantenha-o sempre à frente do esquerdo! Reduza ao máximo a constante que faz o balão murchar e, se possível, troque o sopro de ar por uma bomba de hélio. Feliz 2011!!! (Vamos apostar quem chega em 2011 primeiro? haha)

Conexão: Idealismo.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Ouvido Por Ouvido, Mente Por Mente!

O corpo é escravo de nossa mente, o problema é quando também somos escravos de mentes alheias. A chantagem (eu poderia fazer um texto somente sobre esse assunto, mas serei breve) é universal, sempre pensamos o lado bom e o ruim de fazer tal coisa, conseqüentemente acabamos nos pressionando a fazer ou não.

Uma pessoa de ouvido aberto a tudo (leia-se sem ou quase sem opinião própria) é o alvo perfeito para uma mente aberta dominante (a que cria o ponto de vista para a pessoa de ouvido aberto). A depender da malícia da pessoa de mente aberta dominante, ela será capaz de retirar informações e até mesmo manipular sua vítima. Se tratando de duas pessoas com mente dominante, outro critério é estabelecido: a chantagem. Se a chantagem surtir efeito, terá outra marionete (menos eficaz do que em uma pessoa de ouvido aberto). (Tava pensando em fazer um cursinho para vilões, deseja matricular-se? haha)
Por fim, o que eu quis dizer com isso é: Selecione o que dar ouvidos e siga sua mente!

PS: texto bem genérico, obviamente há n fatores que podem alterar as situações.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ligações Psico-Químicas

Como já devem ter notado, gosto de associar coisas da mente com ciências em geral, principalmente química. Nosso meio social é um enorme béquer onde ocorrem diversos tipos de reações, algumas ainda não suportadas, mas esse béquer vem se tornando cada vez mais resistente (mas não é dessas reações de que vim tratar, fica pra próxima – ou não).
Comparando nossa mente com átomos, temos centralizado as idéias positivas (prótons) e somos rodeados de pensamentos negativos (elétrons) e, ao contrário de moléculas, nossas ligações não são feitas através dos elétrons de valência. Como mencionado no post anterior, criamos rótulos para as pessoas e os que possuem caráter nuclear (positivo – próton ou neutro – nêutron) são responsáveis pela interação (afeto benéfico) pessoa-pessoa. Como temos pensamentos diferentes, somos átomos diferentes, logo fazemos números de ligações diferentes. As ligações podem ser de três tipos: iônica, covalente e metálica.
Iônica: Considerando agora homem e mulher como cargas opostas, o amor seria a interação eletrostática (em casos homossexuais seria ligação de mesmo sinal, “homoiônica”) responsável pela ligação.
Covalente: Considerando a família como átomos não-metais, a ligação ocorre através de compartilhamento de idéias (em casos de família adotiva seria uma ligação “dativa”).
Metálica: Considerando amigos como átomos metálicos, a ligação ocorre de acordo com o grupo social e podem ser feitas ligações em maior quantidade (em casos de amigos falsos seria uma ligação fácil de ser quebrada).
Visto que temos esses três tipos de ligações, seríamos um super-átomo (levem mais para o lado psíquico do que para o químico, pois podem ocorrer equívocos devido a dificuldade de relacionar uma coisa à outra).
Segue uma frase dita por Kyle (personagem de um seriado): "Algumas vezes as ligações que criamos com as outras pessoas chegam suavemente, dividimos experiências, temos uma história, criamos vínculos."

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Cada Ação Forma-se Uma Opinião

Nossa mente vive em constante conflito... Tantos fatos presenciados, ouvidos, imaginados, não sossegamos nem quando estamos dormindo!  Mas o que sempre está ativo é a(s) opinião(ões) em relação a alguém que está com você no momento. Um sorriso, uma cara feia, um gesto, uma palavra, tudo é traduzido com um adjetivo. Já reparou quando pergunta algo e espera uma resposta e se a resposta não é a esperada, ou ainda pior, é exatamente o oposto ao que queria ouvir, você muda a forma de agir com a pessoa? Mesmo que seja um pouquinho e passageiro, mudamos sim!
O que tonifica ou atordoa (palavra feia, né?) o novo adjetivo dado é justamente os adjetivos já anexados na pasta cerebral da pessoa-alvo. Conseqüentemente, uma pessoa adorada tende a ganhar mais e mais adjetivos benéficos e uma pessoa odiada mais adjetivos maléficos.
Por mais que não tenha como, tento ser indiferente para a maioria... e vou anexando os arquivos de todos a volta, pois a cada ação sua, uma nova opinião é formada, quase que involuntário...